Sobre

Origem

Desde que começamos em 2008, estamos construindo um trabalho de resistência, engajando profissionais de tecnologia em política com um ambiente inclusivo e justo. Desenvolvemos tecnologias socialmente transformadoras usando software livre para melhorar a democracia brasileira, como por exemplo plataformas de governo eletrônico, governo aberto, de participação social e de transparência. A atual emergência que o Brasil enfrenta, especialmente no caso das mulheres e pessoas LGBTQIA+, nos fez transformar nossa missão a partir de 2022, por isso a nossa rede que era conhecida como o Núcleo Digital se tornou agora a Código Não Binário.

Código Não Binário

Uma rede para advocar diversidade, equidade e inclusão no setor de tecnologia e promover e implementar tecnologias LGBTQIA+.

Entre nossos objetivos estão:

  • Promover direitos LGBTQIA+ e advocar políticas e tecnologias que desafiam estruturas de poder excludentes e sistemas sociais e econômicos de opressão
  • Promover tópicos como diversidade, inclusão e equidade; dimensões políticas e repercussões da tecnologia; trabalho decente; democratização do conhecimento; software livre; luta contra discriminação baseada em gênero e orientação sexual, raça, deficiência, origem social e geográfica
  • Engajar de forma ativa pessoas LGBTQIA+ na criação, produção, desenvolvimento, uso, análise e crítica da tecnologia
  • Gerar melhores condições de vida a grupos socialmente vulneráveis e historicamente excluídos, principalmente pessoas LGBTQIA+ e mulheres, por meio do acesso à educação em tecnologia e do trabalho nessa indústria
  • Fomentar empregabilidade de pessoas LGBTQIA+ em tecnologia
  • Cooperar com instituições privadas e públicas do Brasil e do exterior, e envolver lideranças, influenciadores e mídia para atingir tais objetivos sem prejudicar a independência orgânica e política do grupo

Membros atuais

Vini Russo é uma pessoa não-binária graduada em desenvolvimento de software, pós graduada em Globalização e Cultura. É programadora e gestora, e trabalhou com IBM, Prefeitura de São Paulo, Banco Mundial, Bloomberg Philanthropies e Ministério da Cultura do Brasil. Já deu palestras no TEDxUFRJ, FEA-USP e MediaLab-Prado (Madri).

Amanda Claro é uma mulher bissexual cisgênero, formada em Direito e Mestre em Negócios Internacionais e Gestão. É coautora de “Vidas LGBTQIA+: para não sermos idiotas”, livro que explica conceitos básicos sobre normatividades, identidades LGBTQIA+ e as agressões cotidianas que enfrentam. É consultora de RH especializada em políticas de diversidade, inclusão e equidade.

Laura Grubba é uma pessoa não-binária e queer. Se formou em Marketing e Design Gráfico, trabalha como assistente multi-projetos e web designer. Pesquisa imaginação política e subjetividade na arte contemporânea. Co-criou o Konst Studio, e trabalha de forma independente com artes visuais desde 2018.

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