Monitor de Leitos da Saúde

Leito de UTI
Leito de UTI

Com o começo dos impactos da Covid19 no Brasil, e a abordagem neoliberal de combate à Pandemia, ou seja, com objetivo de estancar a sangria e não efetivamente controlar o coronavírus com lockdown e rastreamento, pelas diversas esferas de poder até chegar na população da cidade de São Paulo, iniciamos mobilização com ativistas, programadores e designers e criamos a iniciativa Hackovid19 baseada em grupo Telegram.

Chatbot em funcionamento no grupo Hackovid19
Chatbot em funcionamento no grupo Hackovid19

Nosso desafio foi montar uma sistema em software livre de monitoramento de leitos que servisse a SP e outros estados da federação. A iniciativa durou quase 2 meses (março e abril de 2020), reuniu informações importantes do monitoramento de leitos, sistemas pré-existentes em uso pelo poder público e chegou a desenvolver e se apropriar de técnicas para coleta e divulgação de dados em interfaces de conversação (chatbots), mas foi bloqueada por falta de abertura e transparência da coordenação do Governo do Estado de São Paulo e pela verticalidade e medo predominante em pessoas em situação de serviço público. Gestores integrantes do comitê da crise do coronavírus do governo alegaram possuir estratégia própria com grande empresa de tecnologia (algo esperado de mandatos de Direita). Mais pra frente soubemos que esta empresa é a Microsoft.

Movimentos de Dados Abertos que entramos em contato à época não tinham disponibilidade para a iniciativa. Mais à frente, o monitoramento começou a ser divulgado pelo Governo de São Paulo em sistema próprio, os dados foram abertos pelo movimento Brasil.io, com provocações do ativista Átila Iamarino.

SERVIÇOS

  • Mobilização de comunidades
  • Liderança e moderação de grupos
  • Engenharia social e institucional para coleta de informações e dados
  • Relação com gestores públicos e movimentos
  • Pesquisa e desenvolvimento de software em especial em plataforma Telegram